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8 de jan de 2011

O poder do Mito




O antropólogo Joseph Campbell realizou um estudo minucioso sobre o poder da mitologia no inconsciente coletivo, no universo humano, e chegou a interessantes conclusões.

Em seus estudos sobre mitos mundiais, ele descobriu que todos os mitos são a mesma história, porém contadas com inúmeras variações e adaptadas à realidade de quem a conta.


São apenas detalhes diferentes em cada cultura, mas, fundamentalmente, são sempre iguais na sua mensagem.

Observou que toda cultura antiga e pré-moderna utilizava uma técnica ritmada para contar histórias retratando os protagonistas e antagonistas com certas motivações e traços de personalidade constantes, num padrão que transcende as fronteiras da língua e da cultura.

Com a remodelagem do cinema em produções ricas e com grandes efeitos visuais, os mitos novamente ganharam seu espaço, agora não contados de pai para filho como acontecia antigamente, mas através de meios audiovisuais, e difundidos ao redor do mundo. 

No final dos anos 70, um jovem cineasta americano, admirador de Joseph Campbell, resolveu criar uma nova mitologia, que pertencesse ao mundo em que vive e, com elementos do seu tempo. Esse cineasta chamava-se George Lucas, conhecido hoje por inúmeros filmes de sucesso, como a trilogia de Guerra nas Estrelas (Star Wars), que apresenta elementos estudados e escritos por Campbell, em sua obra O Herói de Mil Faces.

Precisa dizer mais alguma coisa?

"Os mitos - Eles ensinam que você pode se voltar para dentro, e você começa a captar a mensagem dos símbolos. Leia mitos de outros povos, não os da sua própria religião, porque você tenderá a interpretar sua própria religião em termos de fatos – mas lendo os mitos alheios você começa a captar a mensagem. 

O mito o ajuda a colocar sua mente em contato com essa experiência de estar vivo. Ele lhe diz o que a experiência é. Casamento, por exemplo. O que é o casamento? O mito lhe dirá o que é o casamento. E a reunião da díade separada. Originariamente, vocês eram um. Vocês agora são dois, no mundo, mas o casamento não é senão o reconhecimento da identidade espiritual. É diferente de um caso de amor, não tem nada a ver com isso. É outro plano mitológico de experiência.

Quando pessoas se casam porque pensam que se trata de um caso amoroso duradouro, divorciam se logo, porque todos os casos de amor terminam em decepção.

Mas o matrimônio é o reconhecimento de uma identidade espiritual. Se levarmos uma vida adequada, se a nossa mente manifesta as qualidades certas em relação à pessoa do sexo oposto, encontramos nossa contraparte masculina ou feminina adequada.

Mas se nos deixarmos distrair por certos interesses sensuais, iremos desposar a pessoa errada. Desposando a pessoa certa, reconstruímos a imagem do Deus encarnado, e isso é que é o casamento" – J.Campbell

Assista a esse documentário fantástico
 para entender um pouco mais sobre sua própria vida

laura botelho









parte 2



parte 3



parte 4

Workshop de laura botelho fala sobre:

Mentes - Entenda porque Mentes masculinas e Mentes femininas estão em uma eterna disputa. Entender como funcionam seus cérebros faz toda a diferença para diminuir os atritos.

Emoções - Ter consciência de suas emoções, identifica-las, administra-las na medida certa, na quantidade certa, é ter equilíbrio, consequentemente = saúde e auto cura.

Neurolinguística - aprenda a usar seu cérebro. Nesse momento é ele que está usando você. A Lei do Universo é clara: Se você não é capaz de gerir sua própria energia, sua consciência, então alguém o fará por você.

Física quântica - a Nova Física mudou a nossa vida, mas você não tem consciência disso. Novas perspectivas, novos pontos de vista, novas interpretações sobre nosso velho mundo.



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"o sentido da vida é quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas o todo"