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23 de mai de 2012

Workshop - Impacto de uma CME sobre a vida na Terra


Para esse evento inscreva-se pelo email -  Laura Botelho




“Pouco depois de meia-noite de 2 de setembro de 1859, campistas nas Montanhas Rochosas foram despertados por um auroral de  luz, tão brilhante e de impressão incomum. Alguns deles insistiram que o dia estava raiando e já se prepavam para o café da manhã."

Esse relato foi publicado no The Rocky Mountain News.

Henry C. Perkins, um médico respeitado em Newburyport, Massachusetts, observou: "a abóbada celeste toda estava brilhando com flâmulas, vermelhas, amarelas e brancas, reunidas em um aceno de pregas brilhantes".

Para os cidadãos de Havana, Cuba, o céu desta mesma noite "apareceu manchado de sangue e em estado de conflagração geral"

Mesmo depois do amanhecer, quando a aurora já não era visível, sua presença continuava a ser sentida através do efeito das correntes aurorais.

Dramáticas auroras tinham sido vistas cinco noites anteriores ao evento de 1859, bem como, na noite de 28, 29 de agosto do mesmo ano.

De 28 de agosto até 4 de setembro auroras de brilho extraordinário foram observadas ao longo Norte e América do Sul, Europa, Ásia e Austrália, e foram vistos até o sul como o Havaí, do Caribe, e América Central no Hemisfério Norte e no hemisfério sul para o norte até Santiago, Chile

Essa foi uma descrição antes do evento Carrington - nomeado após o astronomo britânico Richard Carrington observar uma explosão de luz branca intensa associada a a tempestade geomagnética subseqüente.

Em 1 de setembro, um dia antes do início da segunda tempestade, Richard Carrington, um astrônomo amador britânico, observou uma explosão de "duas manchas de luz intensamente brilhante e branca"  a partir de um grande e complexo grupo de manchas solares, perto do centro do disco solar.

A explosão durou 5 minutos e também foi observada, de forma independente, por Richard Hodgson de seu observatório em casa perto de Londres.

Carrington notou que a explosão de energia solar - de luz branca – seguiu-se no dia seguinte por uma tempestade magnética, mas ele não ligou uma coisa a outra entre os dois eventos.

Não seria associado até a década de 1930 o significado de suas observações, e um quadro completo dos fenômenos que constituem o que hoje chamamos de "clima espacial".

Mas um ponto de viragem importante na nossa compreensão do clima espacial veio com a descoberta de ejeções de massa coronal (CMEs) na década de 1970 e com o reconhecimento de que estes, em vez de chamas eruptivas, são realmente a causa do impacto das tempestades geomagnéticas sobre a Terra.

CMEs e erupções podem ocorrer independentemente de um e outro, no entanto, ambos são geralmente observadas no início de um evento de tempo espaço que conduz fatalmente a uma grande tempestade magnética.

Entre o tempo da queima/erupção da CME em 1 de Setembro de 1859 e o início da tempestade magnética na manhã seguinte, foram decorridos 17 horas e 35 minutos.

Dividindo a distância média entre Terra e o Sol pelo tempo de propagação 17,5 horas - produz uma velocidade de aproximadamente 2.300 quilômetros por segundo, fazendo com que a CME de 1 º de setembro de 1859, seja a segunda mais rápida CME já registrada.

Em outro evento recente de CME – 2003 - uma carga cerca de 21.350 MW de energia de uma CME desmoronou o sistema de geração de energia da cidade de Quebec no Canadá em poucos segundos. A cidade inteira de Quebec ficou às escuras por cerca de 9 horas.

Sistemas de backup também foram danificadas, fazendo com que o satélite dos EUA de 290 milhões dólares ficasse inútil. 

Cerca de 100.000 proprietários de antena parabólica em casa foram obrigados a voltar a apontar manualmente seus pratos para E1 e outros satélites.

Também durante esta tempestade, um transformador falhou na Usina Nuclear de Salem, em Nova Jersey. 

Essa falha foi o mais grave de aproximadamente 200 eventos separados que foram relatados durante a tempestade no Sistema norte-americano de energia.

Usinas Nucleares precisam de um resfriador que é mantido com eletricidade... se não resfriar... buuuum!!

A repetição de um desses eventos com certa magnitude levaria a muito e mais profundas e mais generalizadas rupturas socioeconômicas do que as  que ocorreram em 1859, quando a moderna tecnologia ainda estava engatinhando.

De acordo com um estudo realizado pela Corporação Metatech, a ocorrência hoje de um evento como as tempestades anteriores resultaria em grande escala de apagões que afetariam mais de 130 milhões de pessoas e iria expor mais de 350 transformadores para o risco de dano permanente.

Fortes correntes aurorais pode perturbar e prejudicar modernas redes de energia elétrica e podem contribuir para a corrosão das condutas de gás e petróleo.

Energia elétrica é a tecnologia da sociedade moderna, a pedra angular, tecnologia em que praticamente todas as outras infra-estruturas e serviços dependem, e a supressão desta, seria o caos, o “fim de um mundo moderno”


Em 2007 um Comitê do Conselho de Estudos Espaciais (SSB) da National Academies Americana para Eventos Climáticos graves do Espaço realizou um Workshop publico, motivado pelos eventos de (Outubro-Novembro de 2003 - popularmente conhecido pelos americanos como as “tempestades do Dia das Bruxas de 2003”), para considerar a necessidade de avaliar sistematicamente os impactos sociais e econômicos sobre o planeta Terra, caso as tempestades voltassem a ocorrer como em 2003.

No entanto, apesar de todo conhecimento sobre essa vulnerabilidade em potencial dos efeitos do clima espacial observados pela NASA em relação ao impacto socioeconômico para os habitantes da Terra, nenhum estudo detalhado sobre esse ou qualquer evento climático foi realizado no Brasil para conhecimento público sobre as consequencias de uma CME. Estamos alheios a essa informação.

Laura Botelho propõe um workshop  no dia 16 de junho de 2012 destinado a concentrar apresentações e fornecimento de dados gerais sobre o tema “Impacto das tempestades solares (CME) sobre a vida na Terra” para um grupo interessado, visando projetar e apontar futuras vulnerabilidades na vida cotidiana das grandes cidades brasileiras, com objetivo de coletar informações e identificar, com uma análise equilibrada, inúmeras consequências que gerariam a curto e longo prazo para todos como um todo, “caso” futuramente haja evento de blackout (apagão) generalizado no Brasil de indeterminada continuação.

E juntos, iremos enumerar diversas alternativas para minimizar esse impacto para futuras gerações.

O estudo através desse Workshop que Laura Botelho propõe poderá prover futuramente recomendações ao restante das comunidades afins para o futuro das mesmas.

Somos bons no que sabemos, não somos bons naquilo que não sabemos fazer.

Planejamento e preparação é, obviamente, a chave para uma evolução de uma consciência elevada.

Alguns efeitos colaterais de longo prazo na interrupção da energia elétrica para uma grande cidade, caso você não tenha pensado:

  • a quebra da distribuição de água potável devido a paralisação das bombas
  • a interrupção do transporte e comunicação – telefone, celular, TV, rádios etc
  • interrupção na comunicação bancária, financeira (caixas eletrônicos)
  • paralisação ou operação insuficiente dos sistemas e serviços do governo; bombeiros, hospitais, policiamento civil etc
  • perda de alimentos perecíveis e medicamentos por conta da ausência de refrigeração
  • paralisação das bombas de combustível – o que poderia levar a falta de alimentos, e a não entrega e distribuição dos mesmos por longas semanas.

Objetivos do Workshop:
  • Recolher informações sobre necessidades de recursos e de coordenação entre interessados e afetados por eventos blackout.
  • Quantificar os riscos e proteger, assegurar a recuperação e manutenção (da melhor maneira possível) da vida cotidiana, reconhecendo o valor dos avisos prévios.
  • Estabelecer grupos e pontos de apoio para futuras informações, caso todo o resto falhe.

Palestrante
Laura Botelho é Master Practitioner in Neurolinguistic  - NLP
Health Coach in MetaMedicine (conselheira de bem estar e saúde) - Autora e pesquisadora sobre a evolução do conhecimento humano.

Data: 16 de junho de 2012
das 09h30minh às 18h – com intervalos almoço e coffee break

Valor do investimento: R$ 150,00

Pagamento: no local – necessária inscrição prévia por email

Local do evento:
Palácio Primavera "Deputado Ricardo Nagib Izar"
Praça Sesquicentenário, s/n Centro Serra Negra





15 de mai de 2012

Descanse em paz: o enterro do “não consigo”



Chick Moorman
Canja de Galinha para a Alma
Jack Canfield & Mark Victor Hansen
Ediouro- 1995

Metáforas para PNL

A turma da Quarta série de Donna se parecia com muitas outras que eu vira antes.

Os alunos sentavam-se em cinco fileiras de seis carteiras. A mesa do professor era na frente, virada para os alunos. O quadro de avisos exibia trabalhos dos alunos.

Em muitos aspectos, parecia uma sala de escola primária tipicamente tradicional. Mesmo assim, algo me pareceu diferente naquele primeiro dia em que entrei ali. Parecia haver uma corrente subterrânea de excitação.

Donna era uma professora veterana de uma cidadezinha de Michigan, e faltavam apenas 2 anos para sua aposentadoria. Além disso, era voluntária ativa num projeto municipal de desenvolvimento de equipes que eu organizara e auxiliara.

O treinamento se concentrava em ideias artísticas de linguagens, capazes de estimular os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e assumirem a responsabilidade sobre suas vidas.

O trabalho de Donna era assistir às sessões de treinamento e implementar os conceitos apresentados.Meu trabalho era visitar as salas de aula e encorajar a implementação.

Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com ideias e pensamentos.

Uma aluna de 10 anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigo"

"Não consigo chutar a bola de futebol além da Segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."

Sua página já estava pela metade e ela não mostrava sinais de parar. Trabalhava com determinação e persistência. Caminhei pela fileira olhando as folhas dos alunos. Todos estavam escrevendo sentenças que descreviam o que não conseguiam fazer.

"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e assim decidi verificar com a professora o que estava acontecendo.

Ao me aproximar dela, notei que ela também estava ocupada escrevendo. Achei melhor não interromper.

"Não consigo trazer a mãe de John para uma reunião de professores."
"Não consigo fazer com que minha filha abasteça o carro."
"Não consigo fazer com que Allan use palavras em vez de murros."

Frustado em meus esforços em determinar por que os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases mais positivas, ou "eu consigo", voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.

Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra.

"Terminem a página em que estiverem e não comecem outra", foram as instruções que Donna usou para assinalar o final da atividade.

Os alunos foram então instruídos a dobrar suas folhas ao meio e trazê-las para a frente da classe.Quando os alunos chegaram à mesa da professora, depositaram as frases "não consigo" numa caixa de sapatos vazia.

Quando as folhas de todos os alunos haviam sido recolhidas, Donna acrescentou as suas. Ela pôs a tampa na caixa, enfiou-a embaixo do braço e saiu pela porta, pelo corredor.

Os alunos seguiram a professora. Eu segui os alunos. Na metade do corredor a procissão parou.

Donna entrou na sala do zelador, remexeu um pouco e saiu com uma pá. 
Pá numa das mãos, caixa de sapatos na outra, Donna saiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. 

Ali começaram a cavar. 
Iam enterrar seus "Não consigo"! 

A escavação levou mais de dez minutos, pois a maioria dos alunos queria sua vez. Quando o buraco chegou a cerca de um metro de profundidade, a escavação terminou.

A caixa de "não consigo" foi depositada no fundo do buraco e rapidamente coberta de terra. 

31 crianças de 10 e 11 anos permaneceram de pé, no local da sepultura recém cavada. 

Cada um tinha no mínimo uma página cheia de "não consigos" na caixa de sapatos um metro abaixo. E a professora também.  Neste ponto, Donna anunciou: 
"Meninos e meninas, por favor dêem-se as mãos e baixem as cabeças." 

Os alunos obedeceram. Rapidamente, dando-se as mãos, formaram um círculo ao redor da sepultura. Baixaram as cabeças e esperaram. Donna proferiu os louvores. 

"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘Não consigo’. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. 

Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição públicaescolas, prefeituras, assembléias legislativas e, sim, até mesmo na Casa Branca. 

Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘
Eu consigo’, ‘Eu Vou’ e ‘Eu vou imediatamente’. 

Estes não são tão conhecidos quanto seu famoso parente e certamente ainda não tão fortes e poderosos. 

Talvez algum dia, com sua ajuda, eles tenham uma importância ainda maior no mundo. Que ‘Não Consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém." 

Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam esse dia.
A atividade era simbólica, uma metáfora da vida. 

Foi uma experiência direta que ficaria gravada no consciente e no inconsciente para sempre.Escrever os "Não Consigo", enterrá-los e ouvir a oração. 

Aquele havia sido um esforço maior da parte daquela professora. 
E ela ainda não terminara. Ao concluir a oração ela fez com que os alunos se virassem, encaminhou-os de volta à classe e promoveu uma festa. 

Eles celebraram a passagem de
"Não Consigo" com biscoitos, pipoca e sucos de frutas. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão. Escreveu as palavras "Não Consigo" no topo, "Descanse em Paz" no centro e a data embaixo. 

A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "Não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz Descanse em Paz. 

O aluno então se lembrava que "Não Consigo" estava morto e reformulava a frase.

Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "Não Consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série. 

Como os alunos, eu também me lembro de que "Não Consigo" está morto


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Espero que esse texto possa ajuda-lo na sua vida, pois fez muita diferença na minha há anos atrás quando o li. Essa é a função do texto, mexer com o inconsciente.

Enterrar um pensamento que nos impede de seguir em frente é deletar um velho script e ao fazê-lo, temos que nos esforçar para criar um novo que nos mostre que sempre há um outro modo, um caminho do qual não podíamos ver por estarmos mergulhados no “não consigo”

Daqui pra frente pense melhor e reflita. Seja honesto com você e reformule o pensamento:

Não é que eu “não consigo” isso -  na verdade “eu não quero” mudanças.

Mudança requer responsabilidade sobre meus atos, iniciativa, meta e flexibilidade – tudo aquilo que eu não quero “com+seguir”...

laura botelho


Workshop de laura botelho fala sobre:

Mentes - Entenda porque Mentes masculinas e Mentes femininas estão em uma eterna disputa. Entender como funcionam seus cérebros faz toda a diferença para diminuir os atritos.

Emoções - Ter consciência de suas emoções, identifica-las, administra-las na medida certa, na quantidade certa, é ter equilíbrio, consequentemente = saúde e auto cura.

Neurolinguística - aprenda a usar seu cérebro. Nesse momento é ele que está usando você. A Lei do Universo é clara: Se você não é capaz de gerir sua própria energia, sua consciência, então alguém o fará por você.

Física quântica - a Nova Física mudou a nossa vida, mas você não tem consciência disso. Novas perspectivas, novos pontos de vista, novas interpretações sobre nosso velho mundo.



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"o sentido da vida é quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas o todo"