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13 de dez de 2012

Sonho ou realidade paralela?


Os sonhos são a estrada real para o conhecimento da mente.
Para G. Jung os sonhos são uma forma própria do inconsciente se expressar. Fazendo uma analogia, poderíamos pensar numa espécie de "fotografia" do inconsciente naquele momento.

Quando sonhamos não há regras sociais, analise ou comportamento ético. Não há vigilância do “racional”. Vivemos num mundo que tudo é possível, fora da rigidez ou inflexibilidade da vida cotidiana. Quando sonhamos aprendemos mais sobre nós mesmos, sobre o que tememos no aspecto da vida emocional.

A simbologia dos sonhos não só está dada pelo contato que o criador do sonho teve com o objeto, mas também com o caráter, com a forma que ele lida relaciona sentimentalmente esse objeto ou coisas de sua vida.

Cada símbolo está ancorado a uma experiência de grau menor ou maior a cada individuo. Um exemplo disso é sonhar com o mar que pode apresentar distintas simbologias para cada ser com sua singular experiência sobre ele. Se você nunca viu ou entrou no mar, terá uma percepção diferente sobre ele do que alguém que vive a beira mar ou já passou maus momentos com ele.

Para alguns o mar pode significar destruição. Para outro o mar significa invasão (a água avançando e invadindo território). Ou a serenidade do útero materno. O que a pessoa sente quanto a esse objeto ou essa situação é fundamental para a interpretação de sonho. 


Documentário que pertence ao BluRay do filme a Origem (Inception)




17 de nov de 2012

Palestra Virtual - Conheça a ti mesmo



Devido a constantes quedas de conexão da minha internet, a data para a apresentação da palestra virtual será decidida no inicio de cada semana conforme o desempenho da transmissão de dados pela WEB.

A palestra será realizada uma vez na semana, podendo ser numa terça, quarta ou quinta feira, mas sempre a partir das 21h.

Caso você esteja muito interessado em participar, fique atento aqui neste BLOG ou no Facebook da autora Laura Botelho para a próxima apresentação.

Link da sala virtual

basta clicar e colocar seu nome no dia da apresentação

Próxima Palestra Virtual – terça feira dia 20 de novembro a partir das 21h.Tema: "Conheça a ti mesmo antes de querer entender o mundo"



Narra a fabula que um velho comerciante, com seu filho e um burro viajavam pela estrada até uma aldeia próxima com objetivo de vender o animal para quitar dividas. No trajeto ouviram inúmeras insinuações do tipo: “que velho tolo, poderia colocar o pequeno menino sobre o animal”. E adiante ouviram: “que menino egoísta deveria deixar o velho ser carregado”. E mais adiante: “que tolos, ambos poderiam seguir juntos no animal”, até que mais tarde alguém gritou com raiva: “vocês não tem pena desse pobre animal doente ter que carregar dois de uma vez! Deveriam, sim carrega-lo nas costas!” O animal não resistiu o exausto trajeto e morreu...

Sem uma meta bem detalhada e um plano bem definido do que fazer na sua jornada, sua mente estará sempre à mercê do "povo" que margeia seu caminho. 


7 de nov de 2012

Palestra Virtual - saiba mais aqui




Devido a constantes quedas de conexão da minha internet, a data para a apresentação da palestra virtual será decidida no inicio de cada semana conforme o desempenho da transmissão de dados pela WEB.

A palestra será realizada uma vez na semana, podendo ser numa terça, quarta ou quinta feira, mas sempre a partir das 21h.

Caso você esteja muito interessado em participar, fique atento aqui neste BLOG ou no Facebook da autora Laura Botelho para a próxima apresentação.

Link da sala virtual

basta clicar e colocar seu nome no dia da apresentação



Dia 13 (terça feira) de novembro a partir das 21h 


Cérebros Feminino e Masculino são equipamentos distintos que pensam e agem bem diferente um do outro, pois se o mundo é dual, precisamos das duas formas de perceber a mesma realidade para encontrar o caminho do equilíbrio ao invés de disputarmos a sobrevivência.

O Cérebro Masculino e o Cérebro Feminino processam informações de maneiras diferentes - se importam, dão foco a coisas diferentes e têm personalidades diferentes e aprender como saber usar esse cérebro é a arte da vida na 3D.

A boa notícia é que todos (feminina e masculina) podem exercitar a mente de maneira a ter um excelente desenvolvimento cognitivo apenas sabendo usar a ferramenta na intensidade certa.

Entender como o cérebro (matéria) funciona é fundamental para sua evolução como ser multidimensional, pois no cérebro está o portal para o mundo espiritual e precisamos saber como ele funciona.

Essa é a minha proposta dessa terça feira dia 13 de novembro de 2012 às 21h - na sala Virtual – link abaixo


Palestra 1 - 8/11/2012
Minha mente (alma) e meu computador (cérebro)

Palestra 2 - 13/11/2012
Mente Feminina e Mente Masculina - porque não se entendem?

laura botelho




6 de set de 2012

Palestra na Bahia em outubro 2012




Dia 20 de outubro de 2012 das 14h às 18h
Farei uma palestra na Bahia abordando um tema que poucos querem comentar. Temos medo daquilo que não conhecemos.

Não se trata de fazer prognósticos ou previsões além 2012, pois isso não é possível, dado que o mundo é feito de pensamentos, ideias, conceitos. Se esses mudam, tudo muda, e o tempo todo, a partir de como se evolui essas percepções. Nós fazemos as escolhas do que ver, sentir e experimentar.

Temos que perceber que não enxergamos o mundo com os olhos, mas com nosso cérebro e entender como ele faz isso poderá nos ajudar a enxergar além, materializar um mundo novo.

Na realidade a única certeza mesmo é a mudança e um conjunto de grandes POSSIBILIDADES que possam surgir com elas.

As MUDANÇAS estão aí, na nossa cara - dramáticas mudanças – e como toda mudança, ela nos tira da zona de conforto, causa fadiga, dor, insegurança.

A mente racional (H. esquerdo) odeia bagunça, desordem e caos e quando não há controle sobre isso... tudo dói e o corpo paga por contraria-lo.

Você não gosta de mudanças?
Detesta sair de onde está?
Não se imagina fazendo outra coisa que esta que faz agora?
Seu futuro já está projetado?
Não vê nada que possa ameaçar sua “posição”?
Odeia quando pedem para que você seja flexível?
Enxerga o mundo como resultado sólido e intransponível, difícil de ser mudado?
Crê que deus e o destino são as únicas soluções?

Se você respondeu SIM a 99% dessas perguntas você não está preparado para mudar nada na sua vida o que agrava o sofrimento quando ao que esperar daqui para frente.

Mudar é bom. Ter flexibilidade é fundamental
Mudar é altamente engrandecedor. Mudar é intensificar mais e mais novos aprendizados. Mudanças nos fazem deslocar do lugar, rever posições, estudar novos caminhos, ver ângulos diferentes, estratégias para ultrapassar obstáculos ou sérios desafios.

Mudanças são consequências naturais do caminho da evolução. Já aconteceu antes, vai acontecer de novo, mas temos que nos preparar.

Nessa palestra do dia 20 de outubro na Bahia conversaremos sobre temas que vão remexer as nossas crenças com finalidade de realinha-las a outras tantas que não observamos antes.

Para entender o que podemos esperar do futuro, temos que entender o que estamos vivenciando hoje, agora, o presente, através das modificações geológicas, físicas e espirituais no ambiente.

Vamos conversar sobre
O que significa a evolução da consciência
Palavras, símbolos e seus significados e como esses símbolos refletem na nossa vida.
O que mudou nos últimos 20 anos na história humana
·         Na condução do pensamento, na forma de ver e sentir o ambiente e o outro
·         Na educação formal – no reflexo dos enganos e omissão da realidade
·         Na saúde, alimentação e expectativa de vida
·         No comportamento da espécie como um todo
·         Na visão do “meu” mundo particular

Reflexões para entender o agora
Significado sobre “existência” versos “vida”
Visão de mundos paralelos
Processo evolutivo e seus muitos graus e objetivos
Proposta de novas percepções
Projeção de metas e uma nova percepção do mundo pós 2012

Precisamos da sua inscrição – vagas limitadas
Escreva quero participar no "assunto" para um dos emails.

Valor da participação – R$20,00

laura botelho


3 de set de 2012

Workshop setembro - Mudanças Já!


“Se as portas da percepção forem abertas,
o homem perceberá todas as
coisas tal como são, infinitas.”
Willian Blake

Ceticismo - derivado do verbo grego  sképtomai = "olhar à distância”, "examinar", "observar".

Ou seja, o ceticismo filosófico é procurar o conhecimento, não se contentando com a ignorância fornecida atualmente pelos meios públicos, por meio da dúvida.

A “verdade” é a meta da ciência limitada, pois no consenso geral a verdade não existe, apenas inúmeros pontos de vista que atendam a necessidade particular de cada ser humano.

A verdade é apenas um ponto de vista
que pode ser compartilhado

Thomas  Kuhn (1922 – 1996)  e Karl  Popper (1902 – 1994) foram dois filósofos do inicio do século XX com visões opostas sobre como funciona a natureza da ciência

A maioria dos cientistas nunca questiona o paradigma.

Popper acreditava que a única maneira para que a ciência se desenvolva seria através do progresso por meio de testes, essa teoria tornou-se o alicerce do progresso científico.

Kuhn argumentava que não é assim que a ciência deveria funcionar na prática - de acordo com Kuhn, os cientistas na realidade tendem a gastar a maior parte de seu tempo fazendo uma "limpeza" sobre o que significa produzir resultados que se encaixem com o ponto de vista estabelecido por eles próprios.

Há sempre anomalias, fenômenos que o paradigma não pode explicar ou que até mesmo o contradizem. 

Kuhn popularizou a expressão "mudança de paradigma" utilizada para descrever o evento que ocorre quando uma nova descoberta sopra ventos de outros lados.

É necessário um equilíbrio que atenda duas necessidades conflitantes sem tomar partido, mas com apenas objetivos de estuda-la, explora-la com o maior numero de ferramentas possíveis para chegar a um ajuste “confortável” a mente de quem a busca.

A expressão “ser cético” foi tomada literalmente como não crer em nada, o que novamente incorre em erro essa visão da palavra símbolo, uma vez que ceticismo já estabelece uma “crença” – a de não crer em nada.

Se nos mantemos “céticos” para tudo e não abrimos campos de pesquisa para entendermos o que estamos percebendo como uma nova ideia, dificilmente poderemos aprender algo novo que ajude a melhorar novas percepções e interconexões tão importantes entre elas.

Cientistas abandonam paradigmas velhos por um novo ou muitas vezes adotam um paradigma simplesmente porque ele é apoiado por outros com fortes reputações ou pela maioria da comunidade, mas que não trazem efetivamente mudanças sensíveis a vida de todos, apenas de poucos.

Um novo paradigma pode resolver quebra-cabeças melhor do que o antigo e que pode render aplicações mais práticas, não descartando outras ciências ou as tratando como “falsas”

Click na imagem para ampliar

Só porque a física moderna gerou computadores, leitores de CD e de energia nuclear não significa que tudo soa mais verdadeiro, em sentido absoluto, do que a física de Aristóteles. 

Sempre que temos duas pessoas interpretando os mesmos dados de maneiras diferentes – damos a isso o nome de metafísica.

Experiências diferentes – mundos diferentes

Laura Botelho e Dulce Gabiate pretendem trazer novas formas, novas estratégias mentais para que você possa ver o mesmo evento o seu cotidiano de forma diferente, apenas quebrando velhos modelos.

Quebrando paradigmas podemos dar chances para novas descobertas sobre ângulos diferentes, outros pontos de vista, objetivando e propondo com isso mudanças significativas na vida de quem quer que seja em todos ambitos – social, laboral, familiar = fato que influencia diretamente na saúde de todos como um todo.

Se você deseja mudanças já que sejam efetivas na sua vida, venha participar desse workshop. Você não será o mesmo quando sair, pois conhecimento é ruptura de velhos programas.

Sábado - 29 de setembro de 2012
Das 9h às 13h (com intervalo para um café)
Rua Barão do Flamengo, 32 cobertura – Flamengo – Rio de Janeiro.
Valor do investimento = R$50,00 (cinquenta reais)

É necessário confirmação de intenção de participar sem pagamento antecipado. A sala abriga um numero de apenas 30 pessoas.

Escreva para confirmar
laura botelho
ou
Facebook 


10 de jul de 2012

A Metáfora da Vida


Video explicativo sobre a proposta do Workshop



Workshop - temas abordados from Laura on Vimeo.

Somos ignorantes de nós mesmos e para compreendermos a metáfora por trás desse nosso mundo particular que experimentamos, precisamos primeiro compreender como percebemos a palavra mundo.

Click na imagem para aumenta-la

A palavra World vem do Inglês Antigo weorold (uld), weorld, worold (uld,-eld) , um composto de wer "homem" e eld "idade", que, portanto, significa aproximadamente "Idade do Homem".

A palavra correspondente em latim é mundu, literalmente "limpa, elegante, ordenado", uma tradução do empréstimo do grego cosmos induzida pela religião cristã.

Embora a palavra em sua essência reflita uma noção mitológica de um "domínio do homem" presumivelmente, em oposição à esfera divina, o termo greco-latino exprime uma noção de criação como um ato de estabelecer a ordem do caos.

A história do mundo está compreendida como abrangendo os principais desenvolvimentos geopolíticos de cerca dos últimos 5 mil anos, desde as primeiras civilizações até o presente momento.

A palavra 'mundo' (como símbolo) também refere-se a um território particular da experiências humanas e essa ideia não está clara no nosso dia a dia por adota-la como "Planeta".

Como podemos entender o mundo, se há versões diferentes do mesmo para reconciliá-lo?

É importante observar os modelos e metáforas que trazemos para a nossa realidade. Precisamos observar como a simbologia se apossou e se instalou em nossas mentes sem que percebêssemos até agora.

ORGANIZAÇÃO DO CÉREBRO varia de indivíduo para indivíduo, depois há a questão da diferença individual na dominância do hemisfério e lateralidade.

Despertando a lógica: se o mundo existe independente da nossa observação, atenção e a interação com ele (segundo a fé popular), e a mente (energia) é mediada pelo cérebro, não nos parece que a matéria (corpo) compõe toda informação sobre esse mundo que nos trouxeram para ser propagada adiante, já que a mente não mais participará dela em breve?

Vamos estudar sobre isso juntos.

A metáfora - é uma analogia e está intimamente relacionada a outras retóricas figuras de linguagem que permitam atingir os seus efeitos através de associação de comparação, ou semelhança incluindo alegoria, a hipérbole e símile.

Metáforas são comparações entre duas coisas aparentemente diferentessímbolos associam duas coisas, mas nenhuma dessas associações é absoluta, e todas elas estão realmente determinadas por culturas particulares e por tempo/era (informações diferentes)

Não há símbolos que tenham significados absolutos, e não podemos lê-los por sua apresentação literal.

Ao invés de começarmos um inquérito sobre símbolos perguntando o que eles significam, o mais sensato seria começar perguntando o que entendemos o que vemos nesses símbolos.

mente funciona como uma trilha, um caminho a ser percorrido, mas é preciso saber para onde ir...

Imagine que um explorador chega a uma região pouco conhecida, onde o seu interesse é despertado por um campo de ruínas, com restos de paredes, fragmentos de colunas, e inscrições semi-apagadas e ilegíveis nas paredes dos templos. 

Ele pode se contentar com o que está inspecionado, exposto à vista, correlacionando com os argumentos dos moradores que vivem na vizinhança, sobre o que a tradição lhe disse sobre a história e o significado destes vestígios arqueológicos ou... pode agir de maneira diferente. 

Com novas ferramentas como pás, enxadas etc junto com a população local, pode limpar o “lixo superficial” e começar com os restos visíveis descobrir o que está enterrado e não visível, abrindo novas questões.

Era uma vez...
As coisas mudam de acordo com a postura que adotamos em relação a elas. O tipo de atenção que damos. 

A disposição em mudar e entender abrem novos caminhos no cérebro e a mente então pode entender além da metáfora da vida.

Isto é importante porque a diferença fundamental entre os hemisférios cerebrais reside no tipo de atenção que eles dão para esse seu mundo particular.


Há uma boa razão pela qual temos dois hemisférios:
Precisamos de ambas as versões desse mundopois existem duas realidades fundamentalmente opostas, duais, dois modos diferentes de experiências.

E o tipo de atenção que damos a elas
realmente altera o nosso mundo

Para isso vamos trabalhar no dia 4 (sábado) de agosto de 2012 muitas facetas da experiência humana. Como nosso cérebro interpreta o ambiente e como o ambiente nos afeta quando não estamos conscientes disso.

Temas que abordaremos no Workshop

  •  Instinto básico – Ataque ou Fuga – Saindo do Stand By
  •  Cérebro e Coração – o ritmo incoerente que desequilibra
  •  Percepção Seletiva – e quando o foco é desviado
  •  Mente Masculina e Mente Feminina – e seus conflitos diários
  •  Metáforas dos sintomas – entendendo nossa “doença”
  •  Estratégia Disney – O que Disney queria nos contar?


Local – Rua Barão do Flamengo, 32 cobertura. Flamengo – RJ
Hora – Das 9h às 13h – intervalos para Cafezinho
Valor da participação – R$ 50,00 = pagamento no local (aceitamos cartão de credito)

Espaço é limitado ao conforto de 30 pessoas, portanto a inscrição para fins de organização é fundamental. Mande sua intenção por email - conscienciaeexpressao@gmail.com 
ou pelo  Facebook 

Aguarde - em breve video explicativo sobre os temas que iremos abordar.

Laura e Dulce




11 de jun de 2012

Por que a mente não enxerga?



" Permita-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação, e eu não me importarei mais com quem faz as leis " ( Mayer Rothschild - Banqueiro )

" O processo pelo qual os bancos criam dinheiro é tão simples, que a mente não entende" 
( John Kenneth Galbraith - Economista ) 

" Eu nunca vi qualquer pessoa que poderia, utilizando-se da lógica e da razão, justificar que o governo toma como empréstimo o uso do seu próprio dinheiro...Creio que chegará o tempo, em que as pessoas vão querer que isto mude. Creio que chegará o tempo neste país em que..eles realmente iram culpar a si e a mim e a qualquer outra pessoa ligada ao congresso...por não ter feito nada e permitir que um sistema tão idiota tenha continuado " 
( Wrigth Patman - membro do congresso 1928-1976 )

" Receio que todos os cidadãos não gostarão de saber que os bancos podem e criam dinheiro...e eles são quem controla o crédito da nação, dirigem a politica dos governos, e mantém na palma das suas mãos o destino das pessoas " 
( Reginald McKenna, antigo presidente do conselho administrativo do Midlandes - Banco da Inglaterra )

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4







23 de mai de 2012

Workshop - Impacto de uma CME sobre a vida na Terra


Para esse evento inscreva-se pelo email -  Laura Botelho




“Pouco depois de meia-noite de 2 de setembro de 1859, campistas nas Montanhas Rochosas foram despertados por um auroral de  luz, tão brilhante e de impressão incomum. Alguns deles insistiram que o dia estava raiando e já se prepavam para o café da manhã."

Esse relato foi publicado no The Rocky Mountain News.

Henry C. Perkins, um médico respeitado em Newburyport, Massachusetts, observou: "a abóbada celeste toda estava brilhando com flâmulas, vermelhas, amarelas e brancas, reunidas em um aceno de pregas brilhantes".

Para os cidadãos de Havana, Cuba, o céu desta mesma noite "apareceu manchado de sangue e em estado de conflagração geral"

Mesmo depois do amanhecer, quando a aurora já não era visível, sua presença continuava a ser sentida através do efeito das correntes aurorais.

Dramáticas auroras tinham sido vistas cinco noites anteriores ao evento de 1859, bem como, na noite de 28, 29 de agosto do mesmo ano.

De 28 de agosto até 4 de setembro auroras de brilho extraordinário foram observadas ao longo Norte e América do Sul, Europa, Ásia e Austrália, e foram vistos até o sul como o Havaí, do Caribe, e América Central no Hemisfério Norte e no hemisfério sul para o norte até Santiago, Chile

Essa foi uma descrição antes do evento Carrington - nomeado após o astronomo britânico Richard Carrington observar uma explosão de luz branca intensa associada a a tempestade geomagnética subseqüente.

Em 1 de setembro, um dia antes do início da segunda tempestade, Richard Carrington, um astrônomo amador britânico, observou uma explosão de "duas manchas de luz intensamente brilhante e branca"  a partir de um grande e complexo grupo de manchas solares, perto do centro do disco solar.

A explosão durou 5 minutos e também foi observada, de forma independente, por Richard Hodgson de seu observatório em casa perto de Londres.

Carrington notou que a explosão de energia solar - de luz branca – seguiu-se no dia seguinte por uma tempestade magnética, mas ele não ligou uma coisa a outra entre os dois eventos.

Não seria associado até a década de 1930 o significado de suas observações, e um quadro completo dos fenômenos que constituem o que hoje chamamos de "clima espacial".

Mas um ponto de viragem importante na nossa compreensão do clima espacial veio com a descoberta de ejeções de massa coronal (CMEs) na década de 1970 e com o reconhecimento de que estes, em vez de chamas eruptivas, são realmente a causa do impacto das tempestades geomagnéticas sobre a Terra.

CMEs e erupções podem ocorrer independentemente de um e outro, no entanto, ambos são geralmente observadas no início de um evento de tempo espaço que conduz fatalmente a uma grande tempestade magnética.

Entre o tempo da queima/erupção da CME em 1 de Setembro de 1859 e o início da tempestade magnética na manhã seguinte, foram decorridos 17 horas e 35 minutos.

Dividindo a distância média entre Terra e o Sol pelo tempo de propagação 17,5 horas - produz uma velocidade de aproximadamente 2.300 quilômetros por segundo, fazendo com que a CME de 1 º de setembro de 1859, seja a segunda mais rápida CME já registrada.

Em outro evento recente de CME – 2003 - uma carga cerca de 21.350 MW de energia de uma CME desmoronou o sistema de geração de energia da cidade de Quebec no Canadá em poucos segundos. A cidade inteira de Quebec ficou às escuras por cerca de 9 horas.

Sistemas de backup também foram danificadas, fazendo com que o satélite dos EUA de 290 milhões dólares ficasse inútil. 

Cerca de 100.000 proprietários de antena parabólica em casa foram obrigados a voltar a apontar manualmente seus pratos para E1 e outros satélites.

Também durante esta tempestade, um transformador falhou na Usina Nuclear de Salem, em Nova Jersey. 

Essa falha foi o mais grave de aproximadamente 200 eventos separados que foram relatados durante a tempestade no Sistema norte-americano de energia.

Usinas Nucleares precisam de um resfriador que é mantido com eletricidade... se não resfriar... buuuum!!

A repetição de um desses eventos com certa magnitude levaria a muito e mais profundas e mais generalizadas rupturas socioeconômicas do que as  que ocorreram em 1859, quando a moderna tecnologia ainda estava engatinhando.

De acordo com um estudo realizado pela Corporação Metatech, a ocorrência hoje de um evento como as tempestades anteriores resultaria em grande escala de apagões que afetariam mais de 130 milhões de pessoas e iria expor mais de 350 transformadores para o risco de dano permanente.

Fortes correntes aurorais pode perturbar e prejudicar modernas redes de energia elétrica e podem contribuir para a corrosão das condutas de gás e petróleo.

Energia elétrica é a tecnologia da sociedade moderna, a pedra angular, tecnologia em que praticamente todas as outras infra-estruturas e serviços dependem, e a supressão desta, seria o caos, o “fim de um mundo moderno”


Em 2007 um Comitê do Conselho de Estudos Espaciais (SSB) da National Academies Americana para Eventos Climáticos graves do Espaço realizou um Workshop publico, motivado pelos eventos de (Outubro-Novembro de 2003 - popularmente conhecido pelos americanos como as “tempestades do Dia das Bruxas de 2003”), para considerar a necessidade de avaliar sistematicamente os impactos sociais e econômicos sobre o planeta Terra, caso as tempestades voltassem a ocorrer como em 2003.

No entanto, apesar de todo conhecimento sobre essa vulnerabilidade em potencial dos efeitos do clima espacial observados pela NASA em relação ao impacto socioeconômico para os habitantes da Terra, nenhum estudo detalhado sobre esse ou qualquer evento climático foi realizado no Brasil para conhecimento público sobre as consequencias de uma CME. Estamos alheios a essa informação.

Laura Botelho propõe um workshop  no dia 16 de junho de 2012 destinado a concentrar apresentações e fornecimento de dados gerais sobre o tema “Impacto das tempestades solares (CME) sobre a vida na Terra” para um grupo interessado, visando projetar e apontar futuras vulnerabilidades na vida cotidiana das grandes cidades brasileiras, com objetivo de coletar informações e identificar, com uma análise equilibrada, inúmeras consequências que gerariam a curto e longo prazo para todos como um todo, “caso” futuramente haja evento de blackout (apagão) generalizado no Brasil de indeterminada continuação.

E juntos, iremos enumerar diversas alternativas para minimizar esse impacto para futuras gerações.

O estudo através desse Workshop que Laura Botelho propõe poderá prover futuramente recomendações ao restante das comunidades afins para o futuro das mesmas.

Somos bons no que sabemos, não somos bons naquilo que não sabemos fazer.

Planejamento e preparação é, obviamente, a chave para uma evolução de uma consciência elevada.

Alguns efeitos colaterais de longo prazo na interrupção da energia elétrica para uma grande cidade, caso você não tenha pensado:

  • a quebra da distribuição de água potável devido a paralisação das bombas
  • a interrupção do transporte e comunicação – telefone, celular, TV, rádios etc
  • interrupção na comunicação bancária, financeira (caixas eletrônicos)
  • paralisação ou operação insuficiente dos sistemas e serviços do governo; bombeiros, hospitais, policiamento civil etc
  • perda de alimentos perecíveis e medicamentos por conta da ausência de refrigeração
  • paralisação das bombas de combustível – o que poderia levar a falta de alimentos, e a não entrega e distribuição dos mesmos por longas semanas.

Objetivos do Workshop:
  • Recolher informações sobre necessidades de recursos e de coordenação entre interessados e afetados por eventos blackout.
  • Quantificar os riscos e proteger, assegurar a recuperação e manutenção (da melhor maneira possível) da vida cotidiana, reconhecendo o valor dos avisos prévios.
  • Estabelecer grupos e pontos de apoio para futuras informações, caso todo o resto falhe.

Palestrante
Laura Botelho é Master Practitioner in Neurolinguistic  - NLP
Health Coach in MetaMedicine (conselheira de bem estar e saúde) - Autora e pesquisadora sobre a evolução do conhecimento humano.

Data: 16 de junho de 2012
das 09h30minh às 18h – com intervalos almoço e coffee break

Valor do investimento: R$ 150,00

Pagamento: no local – necessária inscrição prévia por email

Local do evento:
Palácio Primavera "Deputado Ricardo Nagib Izar"
Praça Sesquicentenário, s/n Centro Serra Negra





15 de mai de 2012

Descanse em paz: o enterro do “não consigo”



Chick Moorman
Canja de Galinha para a Alma
Jack Canfield & Mark Victor Hansen
Ediouro- 1995

Metáforas para PNL

A turma da Quarta série de Donna se parecia com muitas outras que eu vira antes.

Os alunos sentavam-se em cinco fileiras de seis carteiras. A mesa do professor era na frente, virada para os alunos. O quadro de avisos exibia trabalhos dos alunos.

Em muitos aspectos, parecia uma sala de escola primária tipicamente tradicional. Mesmo assim, algo me pareceu diferente naquele primeiro dia em que entrei ali. Parecia haver uma corrente subterrânea de excitação.

Donna era uma professora veterana de uma cidadezinha de Michigan, e faltavam apenas 2 anos para sua aposentadoria. Além disso, era voluntária ativa num projeto municipal de desenvolvimento de equipes que eu organizara e auxiliara.

O treinamento se concentrava em ideias artísticas de linguagens, capazes de estimular os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e assumirem a responsabilidade sobre suas vidas.

O trabalho de Donna era assistir às sessões de treinamento e implementar os conceitos apresentados.Meu trabalho era visitar as salas de aula e encorajar a implementação.

Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com ideias e pensamentos.

Uma aluna de 10 anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigo"

"Não consigo chutar a bola de futebol além da Segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."

Sua página já estava pela metade e ela não mostrava sinais de parar. Trabalhava com determinação e persistência. Caminhei pela fileira olhando as folhas dos alunos. Todos estavam escrevendo sentenças que descreviam o que não conseguiam fazer.

"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e assim decidi verificar com a professora o que estava acontecendo.

Ao me aproximar dela, notei que ela também estava ocupada escrevendo. Achei melhor não interromper.

"Não consigo trazer a mãe de John para uma reunião de professores."
"Não consigo fazer com que minha filha abasteça o carro."
"Não consigo fazer com que Allan use palavras em vez de murros."

Frustado em meus esforços em determinar por que os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases mais positivas, ou "eu consigo", voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.

Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra.

"Terminem a página em que estiverem e não comecem outra", foram as instruções que Donna usou para assinalar o final da atividade.

Os alunos foram então instruídos a dobrar suas folhas ao meio e trazê-las para a frente da classe.Quando os alunos chegaram à mesa da professora, depositaram as frases "não consigo" numa caixa de sapatos vazia.

Quando as folhas de todos os alunos haviam sido recolhidas, Donna acrescentou as suas. Ela pôs a tampa na caixa, enfiou-a embaixo do braço e saiu pela porta, pelo corredor.

Os alunos seguiram a professora. Eu segui os alunos. Na metade do corredor a procissão parou.

Donna entrou na sala do zelador, remexeu um pouco e saiu com uma pá. 
Pá numa das mãos, caixa de sapatos na outra, Donna saiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. 

Ali começaram a cavar. 
Iam enterrar seus "Não consigo"! 

A escavação levou mais de dez minutos, pois a maioria dos alunos queria sua vez. Quando o buraco chegou a cerca de um metro de profundidade, a escavação terminou.

A caixa de "não consigo" foi depositada no fundo do buraco e rapidamente coberta de terra. 

31 crianças de 10 e 11 anos permaneceram de pé, no local da sepultura recém cavada. 

Cada um tinha no mínimo uma página cheia de "não consigos" na caixa de sapatos um metro abaixo. E a professora também.  Neste ponto, Donna anunciou: 
"Meninos e meninas, por favor dêem-se as mãos e baixem as cabeças." 

Os alunos obedeceram. Rapidamente, dando-se as mãos, formaram um círculo ao redor da sepultura. Baixaram as cabeças e esperaram. Donna proferiu os louvores. 

"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘Não consigo’. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. 

Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição públicaescolas, prefeituras, assembléias legislativas e, sim, até mesmo na Casa Branca. 

Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘
Eu consigo’, ‘Eu Vou’ e ‘Eu vou imediatamente’. 

Estes não são tão conhecidos quanto seu famoso parente e certamente ainda não tão fortes e poderosos. 

Talvez algum dia, com sua ajuda, eles tenham uma importância ainda maior no mundo. Que ‘Não Consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém." 

Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam esse dia.
A atividade era simbólica, uma metáfora da vida. 

Foi uma experiência direta que ficaria gravada no consciente e no inconsciente para sempre.Escrever os "Não Consigo", enterrá-los e ouvir a oração. 

Aquele havia sido um esforço maior da parte daquela professora. 
E ela ainda não terminara. Ao concluir a oração ela fez com que os alunos se virassem, encaminhou-os de volta à classe e promoveu uma festa. 

Eles celebraram a passagem de
"Não Consigo" com biscoitos, pipoca e sucos de frutas. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão. Escreveu as palavras "Não Consigo" no topo, "Descanse em Paz" no centro e a data embaixo. 

A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "Não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz Descanse em Paz. 

O aluno então se lembrava que "Não Consigo" estava morto e reformulava a frase.

Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "Não Consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série. 

Como os alunos, eu também me lembro de que "Não Consigo" está morto


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Espero que esse texto possa ajuda-lo na sua vida, pois fez muita diferença na minha há anos atrás quando o li. Essa é a função do texto, mexer com o inconsciente.

Enterrar um pensamento que nos impede de seguir em frente é deletar um velho script e ao fazê-lo, temos que nos esforçar para criar um novo que nos mostre que sempre há um outro modo, um caminho do qual não podíamos ver por estarmos mergulhados no “não consigo”

Daqui pra frente pense melhor e reflita. Seja honesto com você e reformule o pensamento:

Não é que eu “não consigo” isso -  na verdade “eu não quero” mudanças.

Mudança requer responsabilidade sobre meus atos, iniciativa, meta e flexibilidade – tudo aquilo que eu não quero “com+seguir”...

laura botelho


Workshop de laura botelho fala sobre:

Mentes - Entenda porque Mentes masculinas e Mentes femininas estão em uma eterna disputa. Entender como funcionam seus cérebros faz toda a diferença para diminuir os atritos.

Emoções - Ter consciência de suas emoções, identifica-las, administra-las na medida certa, na quantidade certa, é ter equilíbrio, consequentemente = saúde e auto cura.

Neurolinguística - aprenda a usar seu cérebro. Nesse momento é ele que está usando você. A Lei do Universo é clara: Se você não é capaz de gerir sua própria energia, sua consciência, então alguém o fará por você.

Física quântica - a Nova Física mudou a nossa vida, mas você não tem consciência disso. Novas perspectivas, novos pontos de vista, novas interpretações sobre nosso velho mundo.



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"o sentido da vida é quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas o todo"