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31 de jul de 2014

workshop com laura botelho


A maioria de nós está em contato com nossa intuição quer saibamos disto ou não, 
mas normalmente temos o hábito de duvidar dela ou contradizê-la
 tão automaticamente que nós nem percebemos que ela tem falado” 
Shakti Gawain


A maioria de nós detecta com perfeição o mais leve traço de raiva na primeira palavra de uma conversa telefônica, numa postagem de um email ou ao entrar numa sala em que somos objeto da conversa. Reagimos rapidamente a sinais súbitos quando alguém nos fecha no transito, quando sabemos quem está nos ligando naquela hora do dia ou quando sentimos um perfume no ar.

Tudo isso acontece em milésimos de segundos e tudo de uma vez, gerando um padrão auto reforçado de reações cognitivas, emocionais e físicas que são ao mesmo tempo diversas e integradas.  

Temos uma intuição aguçada, mas não sabemos como ela surge. Ela não é nada mais, nada menos que reconhecimento que se desenvolvem quando aprendemos a reconhecer elementos familiares em uma nova situação.

Já a palavra (símbolo) evoca lembranças, que evocam emoções, que por sua vez evocam expressões faciais e outras reações químicas, tais como um aumento geral de tensão e uma tendência a evitar algo ou alguém.

Nossas capacidades intuitivas do dia a dia não são menos maravilhosas do que os insights impressionantes de um gênio ou de um mestre budista. Mestres enxadristas após milhares de horas praticando inúmeras jogadas passam a ver as peças no tabuleiro de modo diferente do resto de nós. E por que?

Quando nos confrontamos com uma questão difícil no cotidiano é útil a distinção entre três tipos de estratégias para a definição dos problemas:

Busca às cegas,
Estratagema heurístico; baseado na intuição real ou percebida (consciente ou inconsciente) e
Busca racional; usando um sistema ou forma de raciocínio, explicável do ponto de vista lógico formal.

Meu objetivo principal é apresentar uma visão de como a mente funciona baseando-me em progressos recentes na psicologia cognitiva e social, na essência das heurísticas intuitivas.
  
Vamos juntos entender como o ambiente mexe com nossos sentidos em todos os aspectos de nossa vida – na relação com as pessoas que amamos, com a vida social. Inclusive na vivencia laboral tão necessária, mas tão predatória para nossa alma.

Minha proposta para esse evento é trabalhar e reforçar a intuição, as respostas intuitivas que sufocamos ao longo dos anos, dia após dia, por completa ignorância sobre como elas funcionam.
Espero você lá

laura botelho

Índice da apostila do Workshop
  • Introdução a Programação Neurolinguística
  • Palavras são símbolos sensoriais – atenção a elas      
  • Comunicação Verbal e não verbal - “Você é a mensagem!” 
  • Entendendo a Hipnose   
  • Hemisférios direito e esquerdo cerebral       
  • Dualidade cerebral ou duas formas distintas de conhecimento?   
  • Mentes femininas e Mentes masculinas       em aparelhos diferentes
  • Induzindo conscientemente as ondas cerebrais  
  • Consciente (Software) e Inconsciente (Hardware)        
  • Percepções controlam a biologia.       
  • Percepção seletiva    
  • Percepção sem consciência
  • Definição de inteligência    
  • O que significa Inteligência emocional?       
  • A linguagem das emoções
  • Neurônio espelho o espelho da mente        
  • Emoção é diferente de um estado de animo
  • Seria prudente eliminar as emoções?
  • É o ambiente sua besta!
  • Cada sintoma – (doença) - começa com um trauma.    
  • Qual o objetivo do sintoma (doença)?
  • Gatilhos - Conflito ou "trilhas"
  • Programa AUTO CURA
  • Toda infecção é um conflito materializado
  • Interferências para o retorno ao equilíbrio
  • A “cura” é proporcional a fé.        
  • Estratégias mentais para lidar com as adversidades    
  • Conclusão dos trabalhos   
  • Base de pesquisa   


Se quiser participar dessa troca de conhecimento, me escreve. As vagas são limitadas e só poderei receber as pessoas pré – inscritas até dia 25 agosto. Normas do Hotel.

Escreve para esse email  conscienciaeexpressao@gmail.com  

Onde darei informações sobre:
  • Custo do investimento e todas as possíveis formas de pagamento
  • Endereço do local do evento em Porto Alegre - click no link azul
  • Detalhes do programa + apostila.








26 de jul de 2014

Workshop sobre como o ambiente afeta a consciência do SER


Há  aqueles que acreditam que o homem é um estágio biológico transitório entre o animal e o novo ser de silício – a super máquina, e eu acredito piamente nisso.

Você está em duvida do que se trata esse Workshop? Aqui vai uma pitada dele;


Seu mundo está em seu cérebro.
O que é a realidade? A própria consciência em ação, pois a realidade não é constituída de “coisas”, mas de conexões de informação (consciência – conhecimento) E cada aspecto da realidade constitui manifestações diferentes da consciência.

Aristóteles definiu consciência como o conhecimento das percepções sensíveis. Gregory Bateson afirmava que as regras do universo, que acreditamos conhecer estão profundamente enterradas em nossos processos de percepção. E Steven Rose define a consciência como a expressão da totalidade da atividade mental/cerebral em interação com o meio ambiente.

A consciência é o modo como o Ser percebe o mundo, o qual se fundamenta nas peculiaridades de cada organismo e dos condicionamentos de cada cultura. A personalidade é uma forma organizada de autoconsciência que confunde-se com a noção do eu.

A percepção é um processo ativo e não mera recepção passiva de dados do ambiente. É uma decodificação interpretativa e significativa desses dados, o que nos torna conscientes deles. A consciência, portanto, é a percepção dos dados depois de sua decodificação. Os dados que não são decodificados não se transformam em percepção e constituem lixo sensorial. Só percebemos que fomos condicionados a perceber esse lixo segundo nossa interpretação sensorial e dos nossos padrões culturais.

Gregory Bateson já havia advertido que "toda experiência é subjetiva" e que nossos cérebros fabricam as imagens que pensamos "perceber".

Essa ilusão da separatividade do eu e o ambiente é conhecida, na filosofia oriental, pelo nome de maya. Maya é a percepção da realidade como constituída de coisas e seres separados, do vazio entre eles, do espaço e do tempo.

Foi Fred Alan Wolf quem primeiro concebeu a ideia de não-localidade da consciência. Segundo a física quântica, podem existir comunicações instantâneas entre objetos através do espaço tempo em velocidades superiores a da luz.


A consciência de existir é um testemunhar do ser sobre si mesmo. O medo de morrer (não existir) está no eu, cujo desejo de permanência luta para perpetuar o que é transitório, material.

Não é só o pensamento que testemunha o ser, mas a percepção global do ser em relação a si mesmo e em sua relação com o ambiente.

A consciência não é uma experiência psíquica isolada: ela interage com outras consciências em vários níveis e quando a filosofia oriental nos orienta a observar que temos 7 corpos, ela quer dizer que temos 7 estados de consciência.

Rupert Sheldrake fez um amplo estudo sobre animais domésticos e concluiu que principalmente cães e gatos são capazes de saber, por telepatia, quando os seus donos estão chegando em casa, mesmo que em horários aleatórios.

Essa percepção ocorre geralmente meia hora antes da chegada, podendo variar de 10 minutos a algumas horas de antecedência. Também esses animais são capazes de identificar telefonemas de seus donos antes que os telefones toquem ou logo nas primeiras chamadas, e de tomar conhecimento de doenças e mortes deles onde quer que estejam.

Sheldrake realizou essa pesquisa na Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Holanda, Irlanda, Noruega, Portugal e Suíça, obtendo resultados semelhantes.

Sheldrade relatou casos de animais que encontraram seus donos em locais desconhecidos e de pessoas que, intuitivamente, localizaram seus animais de estimação desaparecidos. Cães e gatos parecem influenciar telepaticamente seus donos.

Sheldrake concluiu que "a telepatia não é especificamente humana", mas sim "uma faculdade natural, parte da nossa natureza animal".

Ele assevera que os campos mórficos permitem que uma enorme quantidade de influências telepáticas se produza entre animais de uma mesma espécie, de pessoa para pessoa, de pessoas para seus animais de estimação.

A consciência é percepção do que se faz, como se faz, por que se faz e para que se faz.

Na década de 30, o matemático John von Neumann já havia formulado a ideia de que a consciência provoca o colapso da onda quântica.

Mas como a consciência faz isso? É o que vamos estudar nesse Workshop em Porto Alegre no dia 11 de setembro 2014.

Se quiser participar dessa troca de conhecimento, me escreve. As vagas são limitadas e só poderei receber as pessoas pré – inscritas. Normas do Hotel.

laura botelho

Escreve para esse email  conscienciaeexpressao@gmail.com  

Onde darei informações sobre:
  • Custo do investimento e todas as possíveis formas de pagamento
  • Endereço do local do evento em Porto Alegre - click no link azul
  • Detalhes do programa + apostila.
















Workshop de laura botelho fala sobre:

Mentes - Entenda porque Mentes masculinas e Mentes femininas estão em uma eterna disputa. Entender como funcionam seus cérebros faz toda a diferença para diminuir os atritos.

Emoções - Ter consciência de suas emoções, identifica-las, administra-las na medida certa, na quantidade certa, é ter equilíbrio, consequentemente = saúde e auto cura.

Neurolinguística - aprenda a usar seu cérebro. Nesse momento é ele que está usando você. A Lei do Universo é clara: Se você não é capaz de gerir sua própria energia, sua consciência, então alguém o fará por você.

Física quântica - a Nova Física mudou a nossa vida, mas você não tem consciência disso. Novas perspectivas, novos pontos de vista, novas interpretações sobre nosso velho mundo.



E-mail para contato.

"o sentido da vida é quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas o todo"