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27 de mar. de 2018

Palestra - Reencarnação, precisamos interromper esse ciclo



Lḗthē era um dos cinco rios do Hades (o mundo dos mortos), o rio do esquecimento, de cujas águas as sombras, ou seja, os espíritos dos mortos, deveriam beber antes de reencarnar.


A palavra grega para verdade, (alḗtheia), vem da mesma raiz de (lḗthē) e, com o prefixo de negação -ἀ, denota a ideia de desvelamento, desocultação ou, mais precisamente, “des-esquecimento”.

Para Platão, aprender era recordar. Recordar o que não deveríamos, pois se assim fosse, nossas almas estariam livres.

Inúmeras pessoas que passaram por experiências de “Quase Morte” foram acompanhadas durante anos por especialistas que puderam observar que as pessoas reavaliaram os valores e crenças sobre suas vidas e tiveram maior qualidade e serenidade no decorrer de sua jornada nessa dimensão.

Mudanças facilmente observadas:
·         Menos MEDO – (morrer)
·         Maior interesse no estudo da espiritualidade
·         Valorização de grupos familiares
·         Menos apego a bens materiais
·         Maior empatia com o próximo
·         Motivação em ajudar as pessoas
·         Maneira mais equilibrada de se relacionar com os problemas cotidianos

Não precisamos “quase morrer” para termos essas mudanças profundas.

Essa é a minha proposta para essa palestra – levar as pessoas a recordar de que são imortais, de que sua energia é infinita e que precisa ser libertada dos velhos paradigmas e crenças que nos controlam e nos orientam ao sofrimento e ao sacrifício.

Esses sentimentos que mantemos tanto nesse plano, quanto em qualquer outro, após o desencarne, urge ser resignificado a luz da razão.

Max Planck, pai da teoria quântica, disse que a matéria derivava da consciência.
Isso significa que a consciência (informação/alma/energia) não depende necessariamente de um cérebro físico para sobreviver e poderia continuar após a morte do organismo.

A REENCARNAÇÃO é possível, pois a consciência é simplesmente energia que está contida em nossos corpos e é liberada após a morte e que pode encontrar um novo hospedeiro.

A mecânica quântica endossa a ideia de que a consciência viva na sequência do eventual desaparecimento do corpo.

Por que o entendimento sobre a continuidade da nossa existência é fundamental para um aprendizado significativo de evolução espiritual? 

Mas então a minha consciência pode encontrar um novo hospedeiro após a morte?
Como isso funciona? Do que os textos antigos falam sobre isso?
Se eu morrer subitamente como saberei que estou realmente morto? Terá alguém me esperando para me orientar o que fazer, onde ir? 

Os espíritas nos aconselham a seguir a luz... devo fazer isso? Os seres que eu encontrar podem não ser humanos? Se não forem, o que eles poderão fazer comigo? Se eu adoecer, quem tomará conta de mim? Devo confiar em algum guia espiritual? E onde entra a reencarnação no aprendizado da morte?

Muitas duvidas para conversar.

Esses são os 5 maiores arrependimentos dos que voltaram para contar após sua quase morte = EQM)
  1. Eu queria ter tido coragem de ter vivido realmente a vida
  2. Eu queria não ter trabalhado tanto
  3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
  4. Eu gostaria de estar mais próximo dos meus amigos
  5. Eu gostaria de ter me permitido ser feliz

Eu queria, eu queria... 
você não precisa repetir o passado, basta entendê-lo agora. Meios nós temos para descobrir isso.

Caso você queira fazer parte desse grupo no dia 12 (sábado) de maio de 2018, me escreva. Traga sua questão, suas inquietações sobre esse tema e outros pertinentes.

A palestra começará às 9h e irá até às 17h – um intervalo para almoço, a seu critério e local.

Estaremos na Av. Rio Branco, 81 – 7º andar. Rio de Janeiro - Centro de Eventos CDPV.com 

Se você vier de fora do Estado do Rio de Janeiro, estaremos bem próximos ao aeroporto Santos Dumont e você poderá pegar o VLT – veículo leve sobre trilhos – no aeroporto, que te deixará na porta do prédio.

As vagas são limitadas, é um grupo pequeno para que todos possam falar e ouvir as várias experiências que irei relatar.

Quiser saber mais sobre valores e inscrição, escreve para 

laura botelho



30 de nov. de 2016

Espiral do Silencio e o efeito manada

“Quando todos pensam igual,
é porque ninguém está pensando”
Walt Lippman


Espiral do silêncio 
é uma teoria de 1977 proposta pela Cientista Política Elisabeth Noelle-Neumann, Professora emérita da Universidade de Mainz, sobre como a percepção da opinião pública pode influenciar no comportamento de um indivíduo.

Estudar comunicação de massa é algo que me atrai demais. Adoro entender como nosso cérebro aceita, reage, compartilha e se adapta a novas informações cotidianas e entender como isso funciona, nos alerta para nossas escolhas.


A ideia central dessa observação da Professora Elisabeth sobre a Espiral do Silencio é muito lúcida e aponta aquilo que já verificamos naturalmente no nosso dia a dia, mas nos faltam a pesquisa e análise para confirmação dos fatos.

Segundo Elisabeth Neumann, os indivíduos omitem sua opinião quando elas são conflitantes com a opinião dominante devido ao medo do isolamento social, da crítica, da insegurança, da não aceitação do grupo.

As pessoas com baixa auto estima costumam analisar o ambiente ao seu redor, e ao identificar que pertencem à minoria, preferem se resguardar para evitar conflitos.

Aristóteles sugere que a sociabilidade é uma propriedade essencial do homem, de forma que precisa de vínculos sociais para satisfazer suas necessidades e consequentemente, teme o isolamento.

Esse comportamento gera uma tendência progressiva a comportamentos COPYCAT, ou seja, a pessoa não expõe o que pensa, não revela sua posição quanto ao que está experimentando, não se rebela e ao contrário, automaticamente se cala e compactua com a maioria evitando um mal estar.

Quanto menor o grupo que assume abertamente a opinião divergente, maior o ônus social em expressá-la.

Elisabeth Neumann descobriu que quando um lado é superestimado, outras pessoas, decididas ou não, são influenciadas a seguir por ele. Consequentemente, quando o outro é subestimado, as pessoas tendem a afastar-se deste.

O ponto principal da teoria é a dominação da opinião pública pelos líderes de mídia e de opinião. Essas estruturas manejam a massa.

A autora vê a televisão como essencial na consolidação da opinião pública, uma vez que as discussões públicas são, em grande parte, impostas pela ação do momento (modismo de massa) que mantém uma abordagem unilateral por diversos meios de comunicação.

A mídia determina a pauta pública ao ressaltar certos assuntos e preterir outros, o que influencia na formação da Espiral do silêncio. O indivíduo recorre aos meios de comunicação para se inteirar sobre quais temas falar no convívio social e se expressa de acordo com o tema predominante.

Um exemplo recente de uma ação da “Espiral do Silencio” foi a eleição esmagadora de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. Quando toda mídia, todas as opiniões convertiam a vitória de Hillary Clinton, mas descobriu-se que o povo estava mentindo!

A questão é simples; as pessoas mentiam que não iriam votar em um xenófobo, racista, machista, um doido que dizia o que muitos gostariam, mas não tinham coragem de revelar.

A maioria acreditava sim que os Chineses tiraram seus empregos, mas não falavam. O povo americano acreditava sim que os latinos (Mexicanos) traziam tudo de ruim para o país que os acolhia, com drogas, armas e violência sexual. Trump não tem interesse em guerras, em invasões a outros países, mas mandar os adeptos do Islamismo pro inferno é uma de suas ideias, e isso agrada a meio mundo... Convenhamos.

Enfim, Trump diz aquilo que a maioria gostaria de dizer, mas tem medo de ser taxado de “doido”, conivente com os pensamentos politicamente incorretos de uma sociedade silenciosa. Dizer abertamente que é a favor de Donald Trump na direção do país trás conflitos graves de opinião. Então, a saída foi a omissão pública de uma opinião honesta, reservando essa expressão clara num voto sigiloso.
 
Tem que ser muito seguro de si...
E você, também tem receio de dizer o que pensa? Não gosta que a maioria discorde veementemente de suas opiniões? Prefere ficar em cima do muro, não ser contra nem a favor? Não tem opinião formada sobre nada e segue apenas o que a manada fizer? 

Que triste, eim?

Quanto a mim, já podem perceber que não sou de ficar em silencio... do contrário vocês não estariam lendo esses e outros tantos textos meus de arrepiar os cabelos, certo?

Ser do contra faz parte do meu Show – Não vim aqui a passeio. Estou aqui justamente tentando interromper essa espiral desse silencio.


laura botelho 

Esse Video demonstra a realidade desse estudo destacado acima.

8 de jul. de 2016

Video - O futuro do cérebro, o cérebro do futuro


Susan Greenfield, neurocientista britânica, fala no Brasil, no evento Fronteiras do Pensamento 2012, sobre a influência das novas tecnologias em nossas vidas, em como pensamos e sentimos o mundo.

Chama atenção para o crescente uso do medicamento Ritalina nas nossas crianças, para efeito de comportamento de "cabresto". 

laura botelho

 “O futuro do cérebro, o cérebro do futuro”. 

21 de jun. de 2016

Que capital cultural você está deixando a seus filhos?


"Todos nós passamos grande parte da nossa vida em instituições que nos forçam a ser alguém que não somos. Nós administramos aparências. Comprometemo-nos com a agenda da companhia. Agimos profissionalmente. Depois de algum tempo, teremos vivido tão longamente numa casa de espelhos que poderemos facilmente confundir a imagem que estamos a projetar com quem realmente somos. O poeta David Whyte cita um gerente da AT&T que escreveu: Há 10 anos atrás, eu virei o meu rosto por um momento...e isso tornou-se a minha vida." Peter Senge (2000)

Identificando Símbolos gráficos:
Do Latim “Com" – junto + “Gnoscere” – obter conhecimento, chegar a saber, teremos a formação da expressão “Cognoscere” = conhecer, saber. 

Do Latim “informatio,onis” = informação – que pode ser interpretado como: delinear, conceber ideia, dar forma ou moldar na mente.

Como podemos perceber, são dois símbolos com significados diferentes, mas que muitos crêem que seja a mesma coisa ou palavras “sinônimas”.

Como eu sempre saliento em minhas palestras e textos, entender o que cada símbolo significa na sua ETIMOLOGIA (origem de um termo quer na forma mais antiga conhecida, quer em alguma etapa de sua evolução) é fundamental para a compreensão da comunicação.

E acredite; as palavras ganharam outras “definições” com o passar dos séculos. Elas foram associadas a “símbolos visuais”, o que muda toda a maneira de interpretar o que vivenciamos e experimentamos.

Segundo estudos realizados por Luckesi (1996), adquirir conhecimentos não é compreender a realidade retendo informação, mas utilizando-se desta para desvendar o novo e avançar no entendimento do TODO e não somente a PARTE.

Informação + conhecimento são vitais nesse mundo altamente desigual e quem não as obtiver terá dificuldades em crescer e evoluir em todos os aspectos de seus objetivos.

Sendo assim, as informações facilitam no processo de cognição, mas não realizam efetivamente o conhecimento. Portanto, quanto maior a informação que obtiver sobre tudo, maior serão as chances de ligar fatos e resultados que atendam a nossa realização em qualquer área da vida.

Aprender não significa saber as respostas, adquirir informação generalista, saber o que os outros sabem, ou ser medido por provas ou notas de avaliação sobre seu “conhecimento”. O nome disto é PROGRAMAÇÂO. As escolas “programam” cérebros para fazer apenas o que lhes é facultado saber. Investir em informação fora da “grade” curricular deixará esse cérebro fora da hipnose cotidiana.

Aprender envolve a capacidade de estar continuamente analisando e melhorando a própria compreensão dos fatos. Aprender está no fazer, no praticar, no desenrolar de um problema com eficácia e eficiência.

Eficiência trata de como fazer.
Eficácia trata do que fazer, da tomada de decisão, de que caminho seguir. A partir da eficácia de um planejamento a forma produtiva leva à eficiência.


Ter conhecimento é poder.
Poder de decidir, poder de mudar as coisas, porque nosso melhor destino advém das nossas decisões assertivas.

Comunicação Efetiva
O absoluto não existe, a realidade é sempre fruto de uma interpretação subjetiva. Para se comunicar efetivamente, devemos compreender que somos todos diferentes na forma de perceber o mundo e usar esse entendimento como guia para nossa comunicação com os outros.

Somos seres diferentes, com nível maior ou menor de evolução. Nível maior ou menor de energia, informação. Essa diferença nos torna únicos, nos torna singulares na forma de vivenciar a mesma experiência e encontrar soluções diferentes para a mesma – o que só aumenta o campo de informação universal.


Nós aprendemos com o OUTRO. Precisamos do OUTRO para nossa sobrevivência e crescimento. 

O conhecimento está contido em casa ser vivo, seja ele humano ou não. Basta para isso, observar e ligar os pontinhos...

Educar
Do Latim educare, educere, significa literalmente “conduzir para fora” ou “direcionar para fora”.

Esse símbolo gráfico EDUCAR, em sua origem, orientava a mente das pessoas a serem preparadas para o “mundo lá fora”, conduzindo-as para fora de si mesmas, mostrando as diferenças que existem em todas as experiências vividas.

É interessante observar que o termo 'educação' em português possui uma conotação não encontrada na palavra education do inglês.

Enquanto que em português a palavra pode ser associada ao sentido de boas maneiras, principalmente no adjetivo “educado”, em inglês educated refere-se unicamente ao grau de instrução formal.

Perceberam a importância que damos aos símbolos gráficos e somos orientados por eles?
Para complementar meu pensamento, ofereço esses vídeos e imagens para sua avaliação... 

laura botelho

Conceito de Capital Cultural, por Pierre Bourdieu


Educação na Finlândia - fragmentos importantes de um documentário de Michael Moore


9 de jun. de 2016

Seu cérebro é masculino ou feminino?


Os pesquisadores Michael Mosley  e Alice Roberts, anatomista e professora de ciências, aplicaram testes práticos em humanos e macacos para entender o que nos faz escolher ser macho ou fêmea num ambiente.

Será que as escolha de papel feminino ou masculino é uma influencia do meio ou fomos programados para isso? 



Somos cópias de nossos pais ou copiamos o ambiente? Agimos como mulheres ou homens porque nossos corpos apontam isso? Ou nossos corpos são moldados conforme nossa consciência? 



Adoro esse tema e não deixo de levá-lo e abordá-lo em meus eventos, minhas palestras. 



Quem me acompanha já sabe a resposta, mas nesse documentário você pode tirar suas próprias conclusões.

laura botelho
Para ativar legendas, click em CC

12 de nov. de 2015

Video - A arte de saber viver


Não sei se o que eu diga daqui em diante possa gerar mais consciência e expressão sobre um tema - que sempre abordo e faço dele uma meta de minha vida - o de entender como o mecanismo do cérebro interpreta e traduz toda nossa experiência. 

Essa senhora lucida de mais de 80 anos sobre a face da Terra, nos mostra nesse video como fez de um modelo de empecilho social  e físico um atributo a mais na sua trajetória espiritual. Ela atravessou muitas dimensões!!!!!

Esse modelo da fragilidade da "doença" que matem as pessoas aprisionadas a um script restrito de informação, é o que eles querem que a gente acredite, e farão de tudo para que a gente não descubra o poder que nós temos de mudar tudo! 

Se o SER HUMANO ousar a romper o programa, reconstruir o script, poderá criar um novo mundo, um novo modelo que pode ser seguido por tantos outros também. O que quero mostrar aqui não se trata apenas de um mecanismo de pensamento, mas, e principalmente, o de apontar para quem ainda tem dúvidas da sua existência, de sua razão de ser, de que se você consegue mudar qualquer visão de limitação aqui na terceira dimensão (a mais difícil), você conseguirá maravilhas nas outras dimensões! Você está livre!!!

Esse é só o começo. A certeza que estamos conseguindo. Isso pode ser mostrado a todos daqui pra frente e conto com você para contaminar outras mentes com o mesmo ideal.

laura botelho

29 de out. de 2015

Acorda desse transe, a coisa vai piorar...


Muita gente me acusa de ser pessimista e trazer um sentimento de medo e caos através das minhas postagens diárias, e eu acho graça com os comentários.


Achar que eu levo MEDO as pessoas é um pensamento muito limitado de quem não consegue enxergar além. Uma visão muito limitada do seu "mundo" e o "mundo" de outros. Um modelo de interpretação bem restrito. 

E o que posso fazer a respeito disso? Apenas observar o estágio da vida dessa pessoa.

Minha intenção é sempre o de fortalecer a alma dos que estão afinadas com o que penso e traduzo em meus textos, imagens e videos. Tentar ajudar a todos não faz sentido, pois a evolução respeita o tempo de casa um, o momento e o grau maior ou menor de compreensão das coisas de seu "mundo". 

Eu busco na filosofia (amor ao conhecimento) a base para me orientar a seguir o caminho do meio, sair da polaridade, do partidário, do maniqueísmo simbólico de cada dia.

Uma querida amiga, Ana Maria, postou esse vídeo que eu não conhecia e felizmente está legendado em nossa língua. Achei que deveria posta-lo aqui para fortalecer aquilo que sempre digo, mas muitos não entendem.

Estar preparado te fortalece, te tira da posição de defesa/fuga e te coloca na posição de atenção, observação e orientação. Estar preparado nos fortalece mentalmente, emocionalmente e espiritualmente, nos impelindo e motivando a buscar novas soluções para muitos assuntos. 

Aquele que só enxerga medo em minhas palavras, está precisando se fortalecer, se estruturar. Precisa ler mais, ouvir mais, observar mais o ambiente. Quem se sente apavorado com o que eu posto já nasceu com medo. O medo não está lá fora, mas dentro do seu cérebro distraído.


Ao terminar de assistir a esse vídeo você vai entender por que eu sempre digo a você:
Calma, vai piorar e muito!

laura botelho




25 de set. de 2015

Aberta inscrição do Workshop

Amor e sexo desempenham um papel central na história humana. 
Quando esses dois elementos estão interdependentes de um contexto, a dor é inevitável. 
As emoções afloram, bate no peito, descontrola e a gente emburrece – e o racional... sai pela porta dos fundos.



Quando falamos sobre emoções e decisões que tomamos em relação ao amor, ao sexo, ou qualquer tema em nossas vidas, infelizmente temos a tendência de permanecer estritamente no nível superficial do entendimento dessa dinâmica fantástica que mantém o nosso “mundo girando”.  

O neurocientista Larry Young e o jornalista Brian Alexander afirmam que a nossa biologia e química desempenham um papel muito maior no amor e sexo do que a maioria de nós jamais poderia imaginar.

A raiz de todos nossos dilemas está basicamente no mal entendimento de como as emoções nos movem. E você precisa entender que o MEDO é químico e você tem total controle sobre ele, mas precisa saber “como”.

E é sobre isso “também” que quero ressaltar nesse Workshop do dia 06 de novembro de 2015 – aqui no Centro do Rio de Janeiro.

O tema do Workshop gira em torno da questão sobre - A raiz do Medo
Para a compreensão dessa ideia, vamos abordar:
  • Comunicação verbal e Não Verbal - você é a mensagem!
  • Como o ambiente afeta nosso coração - cérebro – organismo.
  • A hipnose de cada dia
  • Efeito aura – pessoas que se fazem de anjos a primeira vista...
  • Heurística - um atalho muitas vezes perigoso para julgamentos precipitados
  • Nosso Cérebro Reptiliano – Fuga/Ataque
  • Dualidade cerebral - duas formas de sentir a mesma experiência
  • Paradoxo - Labirintos - armadilhas do sistema simbólico
  • O que é a felicidade, afinal?
  • Relacionamentos - sozinho ou solitário - a dois?
  • Sexo Intersexual ou transexual
  • O medo - a raiz de todas as emoções
  • Sintomas - seu simbolismo maravilhoso - aprendendo com a enfermidade
  • O Programa de autocura com coerência fisiológica, emocional e espiritual

E muito mais... que fará parte de uma apostila (livreto) para sua consulta sempre que você precisar. A gente esquece muita coisa importante...

Espero que a gente se encontre. Vamos aprender juntos como nos manter em equilíbrio espiritual, emocional e consequentemente físico, mesmo quando o "mundo" estiver literalmente desabando.

É para isso que estudo o dia todo, para dar a informação que pode ajudar não só a você, mas a todos que fazem parte desse Campo Morfogenético. 

Pedido de informação sobre valor da inscrição
escreve - conscienciaeexpressao@gmail.com

laura botelho

Como Chegar

OGNI - 7o andar






19 de ago. de 2015

Workshop com laura botelho - novembro 2015 - Rio de Janeiro

"Nada acontece até que algo se mova"

“Não se resolve um problema no mesmo nível que ele foi criado”

Ambos são pressupostos relatados por Einstein, fatos científicos, testados e comprovados por ele e outros do seu naipe. Não dá para ignorá-los.

Não há dúvida de que esses pensamentos se aplicam a todos os aspectos da nossa vida, mas o diabo é que não temos uma visão clara de como tudo isso funciona, e explicar "como", é o meu objetivo nesse próximo encontro em Novembro de 2015 aqui no Rio de Janeiro.

Somos feitos de átomos – esses por sua vez, vibram criando toda a matéria.

Nossos pensamentos são forças criadoras de nossas experiências. Quando pensamos geramos freqüências tão sutis que não temos consciência (conhecimento) delas. Basta uma leve lembrança sobre algum evento ou experiência significativa para que todo nosso organismo reaja com base nele... esse é o perigo.


Ataque ou Fuga – Você é um eterno Leão ou uma eterna Gazela? Você passa o tempo todo atacando ou se defendendo?

O cérebro reptiliano (complexo R) é o mais antigo dos cérebros. Todos os mamíferos modernos têm este complexo reptiliano, incluindo nós, seres humanos. 

O cérebro réptil consiste na parte superior da medula espinal e nos gânglios da base, diencéfalo, e partes do mesencéfalo - Se encaixando no topo da coluna vertebral como um botão (BIOS) acionado pelo ambiente, bem no centro de nossas cabeças. Esse cérebro primitivo é o núcleo fundamental do sistema nervoso, o programa básico que liga e desliga comandos. 

Nós evoluímos muito, mas não sabemos nada sobre nós mesmos, sobre como funciona esse aparelho computacional dentro dessa nossa caixa craniana e passamos milênios sem desejar saber mais sobre. Um processo que faz parte desse cérebro réptil que nos mantém longe da evolução tão almejada.

Tudo que um computador faz é instruído a partir de programas, e, como somos robôs biológicos 99% do tempo, obedecemos uma sequência de instruções específicas que descrevem uma tarefa a ser realizada, mas num nível INCONCIENTE, OK?

Um programa (em inglês, software) manipula, redireciona ou modifica os dados, de maneira lógica (H. esquerdo)

Um programa (software) é utilizado por código fonte (símbolos), escrito em alguma linguagem de programação. Há diversas linguagens que permitem criar essa sequência de instruções, sendo que algumas são compiladas e outras são interpretadas conforme o programa. Portanto, programas são arquivos que contém comandos para a máquina em que está instalado. E acredite, temos que nos livrar de alguns deles...

Para que um computador execute diferentes funções que esperamos dele, é necessário instalar programas específicos para cada necessidade, ou podemos apenas acordar diariamente e fazer sempre as mesmas coisas a partir do "boot" de inicialização.

O cérebro reptiliano trabalha com um script simples, básico – Fuga ou Ataque que gera comportamentos repetitivos, ritualísticos inconscientes.

SCRIPT básico de sobrevivência = procurar um companheiro, reproduzir (sexo), fazer parte de um grupo, lutar, obedecer, comer, matar, defender território, ter poder sobre outros, vigília etc.

Esses programas inconscientes geram comportamentos obsessivos compulsivo, atos supersticiosos, conformidade servil – subserviência e respeito a hierarquias e constante estado de vigília, gerando medo de tudo, como repostas automáticas.

Temos 3 cérebros (trino) distintos e essas três estruturas estão ativas na determinação do comportamento, e a partir desses cérebros diferentes e conectados, produzem comportamentos diferentes, e sem entende-los bem, ficamos à mercê dos conflitos cotidianos.

Praticamente tudo na vida se torna diferente quando podemos enxergá-la com consciência através dessas 3 estruturas diferentes de programas. Para mudar o seu mundo, o conhecimento e a sabedoria são essenciais quando se trata de vantagem na busca por grandes conquistas, sejam elas quais forem, porém, conhecimento e sabedoria são inúteis sem ação, porque a ação é o ponto de partida de todo progresso. 

“Planejar é fazer um esboço ou esquema que representa uma ideia, uma ação ou uma série de ações que, ao mesmo tempo, servem como guia para sua realização. Planejar é antecipar ou representar algo que virá a ser realizado; é prever uma ação antes de realizá-la.”
(Sacristán, in: Hentschke e Del Ben, 2003, p. 177).

Mudanças de comportamento relacionadas a saúde espiritual, emocional e consequentemente física - é tudo sobre como definir "metas de ação orientada" - que envolvem conjuntos de "movimentos" específicos.

Embora seja verdade que "nada acontece a não ser que algo se mova", precisamos aprender a “nos mover”, já que o ato de pensar produz emoção – latim “movere” = movimento. Portanto, mover para onde mais desejamos precisa de metas e ações específicas – “como uma mapa para o tesouro”

Nada diferente acontece sem pensar diferente. 
Se você está fazendo "o de sempre", terá sempre o mesmo resultado.
Já dizia o velho Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Quer plantar caqui querendo colher maçãs?

Quer participar desse encontro em novembro desse ano? 

laura botelho

Efeito dominó – saia da reta da mesmice


18 de jul. de 2015

As pessoas felizes no Brasil, ou num "mundo" qualquer



Achei muito apropriado a palestra que ouvi do Prof. Karnal para esse momento político que estamos passando no Brasil.

Estamos mais atentos aos comportamentos incoerentes e estamos mais exigentes com isso. Estamos mudando nossa maneira de julgar as coisas e precisamos rever palavras que não fazem mais muito efeito no dia a dia.

Faça o que eu falo, mas não o que faço?
Ter consciência e expressar o que se pensa é muito importante, mas é necessário a presença constante da autocrítica.

Esse vídeo que apresento abaixo é parte integrante da Palestra da CPFL cultura - Café Filosófico - com o Professor de Historia da UNICAMP - Leandro Karnal que nos traz fragmentos do clássico “Hamlet” – Shakespeare (leia-se Francis Bacon) e nos chama atenção para a repetição da nossa história.
  
Hamlet é uma peça escrita entre 1599 e 1601, onde sucinta uma tragédia  familiar a partir de disputa de poder que envolve traição, vingança, corrupção e incesto.

A história é passada na Dinamarca (“há algo de podre no reino da Dinamarca”), onde o Príncipe Hamlet se empenha em vingar a morte de seu pai. O Rei Hamlet foi envenenado por seu próprio irmão, Cláudio, buscando tomar o trono e sua rainha, esposa de seu irmão.

Hamlet
POLÔNIO se despede de seu filho Laertes o cais.

E trata de guardar estes poucos preceitos:
Não expresse tudo que pensa
nem transforma em ação um pensamento tolo.

Sejas amistoso, sim, jamais vulgar.
Procura não entrar em nenhuma briga;
Mas, entrando, encurrala o medo no inimigo,
Presta ouvido a muitos, tua voz a poucos.
Acolhe a opinião de todos – mas você decide.
Usa roupas tão caras quanto tua bolsa permitir,
Mas nada de extravagâncias – ricas, mas não pomposas.
O hábito revela o homem,
Não empreste nem peça emprestado:
Quem empresta perde o amigo e o dinheiro;
Quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia.
E, sobretudo, isto: sê fiel a ti mesmo.
Jamais serás falso pra ninguém


5 de mai. de 2015

Video - Jogos Mentais


Fala-se muito sobre "controle ou descontrole do próprio cérebro", mas poucos entendem como é possível "perder esse controle". Não compreendem que há uma mente por trás da mecânica orgânica - dessa massa cinzenta - que opera e ordena o que suas escolhas lhe darão.

Assisti a esse programa que exponho abaixo, e achei bom trazer até você para que possa perceber através de exemplos cotidianos, como nosso cérebro é enganado facilmente. 

Os assuntos que são abordados nesses estudos envolvem temas que falo em minhas palestras. E um deles é o "efeito placebo" - quando somos induzidos a um tipo de informação reagimos como o ambiente espera dele. Acredite.

Enfim, só assistindo para observar que o que sempre lhe digo: Esteja no controle do seu cérebro, pois do contrário alguém o fará. 

Mas como não cair nessas ciladas? 
Se informe. Na era da informação globalizada não desejar saber alguma coisa é pura questão de escolha. Escolha saber. Pesquise.

Essa é a minha contribuição de hoje.
laura botelho

Esse programa foi produzido no ano passado pelo canal NatGeo - National Geographic.

6 de mar. de 2015

Workshop em Campinas com laura botelho


Dando continuidade ao ultimo trabalho feito em Porto Alegre em agosto de 2014, seguirei a mesma linha de pensamento sobre a influencia do ambiente sobre a mente humana.



Nesse novo evento de 2015 em 11 de abril - abordarei com mais ênfase tanto a questão do ambiente quanto a percepção e reação desse impacto no organismo humano.

A doença não existe.
Vamos resignificar essa palavra “doença” com critérios fáceis de observação simples. Vamos rever rapidamente a história da humanidade e suas epidemias sempre seguidas de grandes eventos dramáticos nas populações – guerras, conflitos políticos, religiosos, catástrofes naturais, catástrofes produzidas pelo homem etc.

Como se preparar e entender a importância do SINTOMA quando há caos no ambiente?
O sintoma nos torna verdadeiro, transparente, tornando a comunicação antes difícil, em uma tradução com legendas! Vamos aprender a traduzir essa mensagem das emoções.

Aguardo você para mais essa aventura, rumo ao caminho da iluminação.
Vamos entender a importância da COERENCIA entre o equilíbrio espiritual, mental e consequentemente físico para uma existência serena evolutiva. 

Escreve para mim nesse email – lauritabotelho@gmail.com
Mandarei todos os detalhes desse encontro.

Local: Royal Palm Plaza
Av. Royal Palm Plaza, nº 277 - Jd Nova Califórnia - Campinas/SP
Fone: +55 (19) 2117-8000

laura botelho










Workshop de laura botelho fala sobre:

Mentes - Entenda porque Mentes masculinas e Mentes femininas estão em uma eterna disputa. Entender como funcionam seus cérebros faz toda a diferença para diminuir os atritos.

Emoções - Ter consciência de suas emoções, identifica-las, administra-las na medida certa, na quantidade certa, é ter equilíbrio, consequentemente = saúde e auto cura.

Neurolinguística - aprenda a usar seu cérebro. Nesse momento é ele que está usando você. A Lei do Universo é clara: Se você não é capaz de gerir sua própria energia, sua consciência, então alguém o fará por você.

Física quântica - a Nova Física mudou a nossa vida, mas você não tem consciência disso. Novas perspectivas, novos pontos de vista, novas interpretações sobre nosso velho mundo.



E-mail para contato.

"o sentido da vida é quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas o todo"